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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

DEVIL MAY CRY 4.


Depois de três jogos exclusivos para a plataforma da Sony (nos consoles de mesa, já que o PC ganhou uma conversão do terceiro jogo), o quarto capítulo da franquia chega à geração atual quebrando a tradição, disponibilizado não só para o Playstation 3, mas também para o rival Xbox 360, com mínimas diferenças.



Nova geração, novo protagonista



A novidade mais significativa de "Devil May Cry 4" é a mudança de protagonista: o grande herói Dante, filho do demônio Sparda, desta vez foi posto de lado em favor do estreante Nero - em um exemplo muito similar ao que ocorreu com "Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty", com o veterano Solid Snake à sombra do novato Raiden.



A história se passa após os eventos de "Devil May Cry 2" (o "3" funcionou como "prequel", mostrando eventos anteriores aos do resto da saga), começando em grande estilo, com o brutal e surpreendente ataque de Dante a um culto da Ordem da Espada - adoradores de Sparda e governantes da cidade de Fortuna -, colocando-o à frente do jovem cavaleiro Nero, com quem compartilha uma forte semelhança física. Com o assassinato do líder do grupo, o rebelde herói mais novo parte em uma jornada para encontrar Dante e acertar as contas. Ao longo da aventura, uma série de reviravoltas acontece, apresentando novos personagens e trazendo alguns antigos de volta, com o estilo cinematográfico bem característico da produtora.


"Devil May Cry 4", ao todo, é um jogo extremamente competente do ponto de vista técnico, com visuais e sons de primeira qualidade. O design característico da série de mantém, com chefes gigantescos, construções complexas e criaturas exóticas. Cenários e modelos foram criados com um grande número de polígonos e texturas em alta resolução que enchem os olhos pelos detalhes - além dos efeitos especiais, como reflexos na água e os projéteis das armas.


O som também impressiona, com uma trilha sonora empolgante misturando elementos de heavy metal e eletrônico, e efeitos que enfatizam os impactos das armas e as conseqüências devastadoras nos corpos de suas vítimas.Mas é claro que as comparações entre os dois sistemas são inevitáveis, até mesmo por uma decisão polêmica da Capcom: a versão de Playstation 3 requer a instalação de 4.8GB no disco rígido antes mesmo que se possa ver a tela principal do jogo.


É um processo demorado que, no aparelho que utilizamos, demorou 23 minutos para ser completado. Para tentar tornar tudo menos frustrante, durante a instalação são mostradas telas com textos que recapitulam os eventos mostrados nos jogos anteriores, o que deve agradar somente aos neófitos.De acordo com a empresa tal decisão foi tomada para tornar o tempo de carregamento próximo do zero, o que não é exatamente verdade. A diferença de tempo entre as versões de Playstation 3 e do Xbox 360, na maioria das vezes, não passam de três segundos.


No resto as diferenças gráficas são bem pequenas. Tudo varia de acordo com o tipo de televisão, resolução e conexões utilizadas. Em geral, a versão de Playstation 3 parece ser bem mais escura e com gráficos um pouco mais serrilhados. Em compensação, a versão de Xbox 360 sofre mais com o efeito de "tearing", uma espécie de atraso na imagem que acaba criando um efeito fantasma, que "corta" a tela. Há também pequenas quedas de quadros em ambas as versões, curiosamente em momentos diferentes do jogo.Ambas as versões contam com os mesmos extras, que se resumem a galerias de vídeos e arte, um modo de sobrevivência e um sistema de rankings online.



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